Elas são meninas negras e lutam por justiça social; conheça as Radical Monarchs

Crédito: Reprodução Facebook/ Radical Monarchs

Um grupo de meninas negras norte-americanas, com idades entre 8 e 12 anos, decidiu se juntar na luta por mais igualdade e integrar o Radical Monarchs.

Vestidas de boinas e uniformes, elas saem às ruas para sensibilizar as pessoas para questões como direitos humanos, justiça para pessoas com deficiência, transfobia e padrões de beleza. O grupo não é exatamente novo; na verdade, foi criado em 2014, em Oakland, na Califórnia, mas tem ganhado cada vez mais visibilidade.

A ideia é que meninas negras tenham um espaço para expor suas ideias e discutir padrões impostos pela sociedade de uma outra maneira. Um dos pontos que causa polêmica, no entanto, quando se fala do grupo é o modo como intitula a si mesmo, como “feministas radicais”.

A questão foi esclarecida em um documentário exibido pelo The Guardian, em que as responsáveis pelo Radical Monarchs afirmava que, para elas, radical tinha o significado de pensar de modo diferente, de “nadar contra a corrente”.

Na página própria no Facebook, o grupo diz que tem como missão criar oportunidade para jovens garotas negras, para que possam criar uma grande irmandade, celebrar suas identidades e contribuir para suas comunidades.

Veja abaixo o documentário (em inglês):