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Leia esses relatos de mulheres que são divas mesmo fora de padrões de beleza

Crédito: Reprodução Projeto Cada Uma

Afinal, o que é ser diva? Celebridades podem ser divas, pessoas comuns podem ser divas, brancas, negras, altas, baixas, gordas, magras… A verdade é que não importa. As pessoas acham que para ser diva é preciso estar dentro dos padrões, mas não é.

Essas 3 mulheres fogem do padrão de beleza estipulado pela sociedade e mostram como todas as mulheres podem, sim, ser divas. Leia os relatos:

“Me sinto uma diva porque sei que sou única, com todas as minhas qualidades, meus defeitos, características físicas e até meu mapa astral. Sei que consigo tocar a vida das pessoas pelo menos um pouquinho e me esforço todos os dias para isso. Seja eu ajudando ou pedindo ajuda. Dando um ombro pra chorar ou pedindo por um, também. Empoderando e sendo empoderada.
A vida é linda se transmitirmos coisas boas”.
– Beatriz Bebiano

“Não me considero propriamente uma Diva, na verdade acho que nem me considero muito feminina no que consiste ser feminina para a nossa sociedade. Trabalhar com sexualidade me fez perceber o quanto a representatividade de pessoas que fogem do que a sociedade nos dita como bonito e aceitável faz diferença na vida de pessoas que tem suas belezas marginalizadas por estarem fora de padrões.
O que passei a fazer foi aceitar “colocar a cara no Sol” e assim passei a fazer fotos para alguns projetos, acho que daí vem a cara de “Diva” que algumas vezes cismam em me atribuir.
Em geral acho que sou uma diva quando consigo fazer tudo o que pessoas do meu peso são condenadas por fazer: sair com roupas curtas, usar a barriga de fora e não me esconder por aí. Me sinto confortável na pele em que habito e acho que isso é o que acaba mudando tudo aos olhos de terceiros”.
– Thaís Mayume

Crédito: Reprodução Projeto Cada Uma
Crédito: Reprodução Projeto Cada Uma

“Eu sou uma mulher como tantas outras, minha autoestima tem quedas e picos. Uma roupa nova ou uma maquiagem bacana também vão fazer eu me sentir mais confiante e segura. O que garante que eu me sinta uma diva, mesmo nos dias mais difíceis, é a aceitação.
Em um mundo magro, malhado e restritivo, deixo minha barriga, volumosa e flácida, livre. Meus braços gordos não precisam ser cobertos e amo as minhas pernas, com todas as celulites e estrias que elas têm.
Aceitar meu corpo como ele é, num mundo onde ele é visto como sinal de doença, preguiça e incapacidade, exige resiliência sem igual. Mas vale a pena! A aceitação me livrou das amarras dos padrões, e agora só quem dita regras na minha vida sou eu”.
– Nic Duarte

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