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Veja 5 vezes em que a diva Beyoncé empoderou as mulheres negras em 2016

Crédito: Reprodução Youtube
Crédito: Reprodução Youtube

O feminismo negro é uma vertente do feminismo muito importante e necessária. Por quê? Simplesmente porque mulheres negras não sofrem o mesmo tipo de opressão que mulheres brancas. Mulheres negras são mais fetichizadas, ganham ainda menos, são mais marginalizadas e, além do machismo, também sofrem com o racismo. Por isso que é importante quando divas como Beyoncé se colocam na frente desse movimento.

Por muitos anos, a Queen Bey não se pronunciou tão publicamente sobre o machismo e, principalmente, sobre o racismo nos EUA. Mas em 2016, ela decidiu mostrar para todos o quanto ela se orgulha de sua negritude e de sua mulheridade e como ela está sim na frente da luta das mulheres negras.

As ações de Beyoncé, inclusive, deixaram milhares de fãs brancos estadunidenses dela confusos. Isso porque muitos a liam como branca. Afinal, ela não tem a pele tão escura, é rica, bem sucedida e uma diva do pop.

    1. O clipe da música ‘Formation’
      Lançado em fevereiro desse ano, o clipe de Formation tem diversos elementos da cultura negra, inclusive a letra. O clipe começa com a voz de Messy Mya, gay e ativista negro, assassinado nas ruas de Nova Orleans à tiros. O vídeo mostra mulheres negras em posição de poder, com roupas e jóias caras. Há também uma homenagem ao X de Malcolm X e mostra-se a frase “parem de atirar em nós”, usadas nos protestos BlackLivesMatter (Vidas Negras Importam).
      Depois do lançamento do clipe, o Saturday Night Live, programa de comédia dos EUA, lançou um vídeo brincando com a reação de pessoas brancas ao “descobrirem” que a Queen Bey é negra.
    2. A retomada de uma gíria pejorativa
      Na letra de Formation, Beyoncé lembra suas origens: “My daddy Alabama, Momma Louisiana; You mix that negro with that Creole make a Texas bama” (Meu pai é do Alabama, minha mãe de Louisiana; Você mistura o negro com uma criola e faz uma Texana bama” e a palavra “bama” era uma gíria pejorativa usada para caracterizar trabalhadores negros que saíam do sul e iam para o norte do país e não sabiam se comportar. Beyoncé ressignificou essa palavra, dando a ela um toque de empoderamento.
    3. O cabelo afro
      Sua filha, Blue Ivy, sempre sofreu muito preconceito por causa do cabelo afro. Milhões de pessoas faziam piadas na internet com a aparência da menina. E Bey resolveu falar disso. Ela mostrou como não há nada de errado com o cabelo da filha, que vai ficar no modo natural que é. E ainda colocou um verso em sua música que diz: “eu gosto do cabelo da minha bebê com afro”.
    4. A apresentação no Super Bowl
      Um dia depois do lançamento de Formation, Beyoncé se apresentou na final do Super Bowl, onde cantou a música. Em sua performance, ela e as dançarinas fizeram um X bem grande (no clipe também há esse movimento) para homenagear o ativista Malcolm X, e também foram com roupas que lembravam o movimento Panteras Negras. E, se isso não tinha ficado claro o suficiente, elas também fizeram o sinal do movimento.
    5. Lemonade
      O álbum lançado esse ano – que tem, além de Formation, outras 11 músicas – está recheado do começo ao fim com empoderamento negro. Ele é praticamente um ode à mulher negra. E Bey explora esse tema muito bem.
      Daria para continuar essa lista e citar cada faixa do álbum individualmente. Todas as canções valem para mostrar como Beyoncé está preocupada em mostrar seu ativismo no feminismo negro.
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