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6 mitos sobre dietas glúten free nos quais você não deveria acreditar

Crédito: Pixabay

Assim como ocorreu com o ovo uns anos atrás, o glúten se tornou um vilão na dieta (pelo menos é o que dizem). Por essa razão, quem ainda não eliminou o glúten da dieta, pelo menos já deve ter pensado sobre isso. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de um terço dos norte-americanos dizem que querem reduzir ou retirar completamente o elemento da alimentação. Mas será que é mesmo preciso? Para responder a essa pergunta, o site Helth.com reuniu uma série de informações sobre alimentos com glúten e sobre como eles podem interferir no corpo e na saúde. Basta conferir.

 

Mito: Todo mundo precisa de glúten

Verdade: Seu corpo guiará sua escolha pelos sintomas

Existem dois grupos de pessoas que devem cortar o glúten completamente. As pessoas que têm doença celíaca, uma desordem autoimune que realmente faz com que o glúten afete o intestino; ou indivíduos que sintam mal-estar a ponto de sentirem fadiga, inchaço, confusão mental e erupções cutâneas, ainda que não tenham testes positivos para doença celíaca. Ainda assim, não é preciso cortar pães e massas completamente, pois o corpo pode tolerar bem alimentos com cevada e centeio, por exemplo.

 

Mito: Ao cortar o glúten, seu corpo vai ficar sem nutrientes essenciais

Verdade: Seu corpo não precisa de glúten

O glúten é um tipo de proteína, e essas podem ser obtidas a partir de muitos outros alimentos. Logo, é perfeitamente possível renunciar a alimentos com glúten, desde que a dieta seja balanceada corretamente. Se isso for feito, o corpo pode até se beneficiar de ingerir alimentos menos processados e mais frescos, com mais fontes de fibras.

 

Mito: Retirar o glúten levará a perda de peso

Verdade: Algumas pessoas perdem; outras ganham

Sempre que um tipo de alimento é retirado da dieta, outro é colocado em substituição e, se isso não for bem feito, pode até levar ao ganho de peso. Outro fato é que as pessoas começam a comer porções maiores, com o falso pensamento de que tudo que é saudável pode ser ingerido sem limites, o que não é verdade, já que esses alimentos também têm suas calorias.

Mito: Você terá que dizer adeus aos carboidratos Verdade: Retirar o glúten não é um programa no-carb

Batata. batata-doce, inhame, abóbora, feijão, lentilha e ervilhas são alimentos que satisfazem, são carboidratos e não contém glúten. Os petiscos também podem ser substituídos por receitas à base de grão-de-bico, por exemplo, no lugar de farinha branca.

 

Mito: Esqueça as tigelas de cereais

Verdade: Arroz integral, quinoa e milho são livres de glúten

É possível substituir cereais refinados e açucarados que contém glúten por alternativas de grãos integrais que ajudam também a melhorar a absorção de fibras e nutrientes. Segundo um estudo publicado por Harvard, em 2015, consumir mais grãos integrais contribui para reduzir a taxa de mortalidade por doenças cardíacas em 15%.

 

Mito: Você nunca poderá boicotar a dieta

Verdade: Você pode ser imperfeita e dar aquela escorregadinha

A menos que você tenha doença celíaca, é perfeitamente possível sair da dieta restrita e se render a um pedaço de pizza, por exemplo. Só o fato de adotar uma alimentação mais saudável já é bastante benéfico e ingerir algo que contenha glúten, de vez em quando, pode ser bom; desde que não cause mal-estar.

 

Mito: O glúten está apenas nos grãos

Verdade: O glúten pode estar em alimentos que você nem imagina

Quando for comprar algo industrializado, é necessário conferir os ingredientes informados na embalagem. Produtos alimentícios que contenham trigo, centeio e cevada e derivados desses alimentos como migalhas de pão, malte e leveduras de cerveja farão mal aos celíacos. Confira uma lista de produtos: sopa; salsichas; barras de cereal; molhos para salada; batata frita; molho de soja.

 

 

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