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7 atitudes que podem te tornar um ‘Fit-Chato’

Crédito: Pixabay

Ter uma vida saudável pode até passar por hábitos considerados bons – como ter uma boa noite de sono, por exemplo – praticar exercícios, ficar sempre atento a alimentação, mas, sobretudo, estar satisfeito com o próprio corpo e o estilo de vida que adota. Não tem certo e errado nesse sentido. Tem o que cabe dentro do que considera felicidade. Quer ser um adicto de junkie food, consumir um monte de bebida alcoólica, colocar toda sorte de substâncias no corpo, ser sedentário e ficar com a saúde, fatalmente, comprometida? Tudo bem. A vida é sua e ninguém tem nada a ver com sua escolha. Quer ser super esportista, consumir só comida saudável, ser militante do combo “não bebo, não fumo, não falo palavrão”? A lógica é a mesma: tá tudo bem – embora a gente realmente recomende que você não entre de cabeça na primeira opção.

Mas é claro que existe um caminho que aponta para um meio termo entre esses dois extremos. Até porque, ao adotar a segunda opção, existe um risco iminente de você se tornar um Fit-Chato. Não seja essa pessoa. Fizemos uma pequena lista de comportamentos que podem te tornar um Fit-Chato:

  1. Fiscal de prato alheio: aquela pessoa que só come salada – no máximo um peixinho -, mas quando você chega na mesa com seu prato de parmegiana ou seu bife à milanesa, a figura dá aquela olhada e solta algum dos seguintes comentários: “Nossa, mas tem fritura demais, né?”, “Muito pesado isso aí para a hora do almoço”, “Não tá faltando um verdinho aí, não?”
  2. Vive de dieta: não tem segunda, quarta, quinta ou sexta. Para esse tipo de pessoa, a dieta é permanente a ponto de ela até mesmo esquecer quais eram os hábitos alimentares antes disso. É difícil conviver com gente assim, porque as restrições alimentares são tantas que por melhor cozinheiro que você seja, caso se aventure a fazer um jantar, a chance de errar é de 101%. É um jeito proibitivo demais de viver a vida. E vamos combinar que, o ato de se alimentar, pode ser muito prazeroso e que um hambúrguer e batata frita pode arrancar sorrisos de muita gente. E nem sou eu que digo isso. Está comprovado cientificamente em uma pesquisa publicada na revista “Journal of Clinical Investigation”, que, em linhas gerais, prova que consumir gordura torna pessoas mais felizes.
  3. Obcecada pela imagem: além de mala, esse item pode ser perigoso, porque pode te levar a um quadro de doença como anorexia ou bulimia. São as pessoas completamente obcecadas pela barriga negativa, o braço fino. Geralmente, ela fica se comparando a outras pessoas, sempre querendo a opinião dos outros para enaltecer o que considera atributos físicos para uma vida feliz: “Você acha que estou gorda como aquele cara?”, “A minha barriga é mais chapada do que a dessa garota aí do lado?”
  4. Viciado em exercício físico: nesse caso, claro que atividades físicas só trazem benefícios. Mas cuidado: primeiro para não exagerar e, de repente, se machucar. Depois porque você pode se tornar monotemático: só fala de exercício, só vive na academia, só se interessa por gente como você. Que coisa mais chata! Além disso, invariavelmente, esse tipo de gente acaba criticando quem simplesmente não adota um estilo de vida como esse, com comentários do tipo: “Ah, ta reclamando da gordurinha? Quem manda ser mole?”.
  5. Competitivo no hábito saudável: acaba sendo uma derivação do item 4. A pessoa vive comparando rendimento com os outros. Na academia, fica só de olho na quantidade de peso que o camarada ao lado tá levantando, dá uma risadinha ao notar que levanta mais peso e tenta encontrar alguém para comentar em alto e bom som que você é o Johnny Bravo – e em todos os sentidos é mesmo.
  6. Tabela nutricional ambulante: aquela pessoa que toda e qualquer coisa que vai comer – ou que você come ao lado dela – logo enuncia quantas calorias tem em alto e bom som, te critica e faz as contas, comprovando que já consumiu as x calorias a que tem direito naquele dia e que, portanto, vai optar pela fotossíntese para terminar o dia.
  7. Critica o hábito de vida alheio: essa atitude é bem comum e é ao mesmo tempo cruel e injusta. Primeiro, porque cagar qualquer tipo de regra é muito chato. Segundo, porque você não perguntou. Terceiro, porque você não sabe pelo que a pessoa que você critica está passando. Ela pode estar numa fase difícil da vida, ela pode estar acima do peso em razão de alguma doença – ou descompensação hormonal – ela pode ter algum impedimento para prática esportiva. As razões são muitas e, a menos que você seja questionado, não opine.

Não seja essa pessoa. Nenhuma delas, nem todas elas ao mesmo tempo.

Na dúvida, siga Aristóteles que falava sobre a virtude de ser o meio termo entre a falta e o excesso.

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